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O pterígio é uma "pele" avermelhada e saliente chamada popularmente e equivocadamente de "Catarata Externa", que crescem normalmente nos cantos internos da superfície ocular que se projetam sobre a córnea, trazendo desconforto e vermelhidão ocular.

As causas são principalmente fatores genéticos e fatores externos como exposição crônica a radiação ultravioleta. Dependendo do tamanho e velocidade de crescimento do Pterígio, este pode causar perda de qualidade visual.

O Procedimento realizado para tratamento deste consiste na retirada do Pterígio com transplante de parte da conjuntiva sadia (membrana que reveste a superfície do globo ocular) para a área do pterígio retirado. Esta técnica evita o retorno do pterígio em mais de 90% das vezes.

O glaucoma é uma doença ocular de origem principalmente genética (glaucomas primários) e que se caracteriza por aumento da pressão intraocular acima dos valores normais (entre 7 e 21 mmHg) com consequente dano progressivo ao Nervo Óptico, trazendo assim perda gradual do campo visual. Atinge principalmente pessoas acima de 40 anos e por ser normalmente indolor, seu diagnóstico é feito principalmente em consultas de rotina, nas quais se realiza a medida da pressão intraocular (tonometria) e avaliação do Nervo Óptico pelo exame de fundo de olho. A escavação normal da papila ocupa até cerca de 50% do diâmetro total desta, podendo algumas pessoas terem escavações maiores que o normal por características genéticas.

Escavações maiores que o normal ou assimétricas quando comparadas ao outro olho podem indicar possibilidade de glaucoma, mas o mais importante é que estas escavações mantenham seu tamanho constante, seja ele qual for.

Para confirmação e acompanhamento dos casos suspeitos ou definidos como Glaucoma, são necessários exames complementares como Campimetria Computadorizada, Gonioscopia, Papilografia, Paquimetria e OCT (Tomografia de Coerência Óptica).

Glaucoma Crônico de Ângulo Aberto: O glaucoma mais frequente é o chamado Glaucoma Crônico de Ângulo Aberto atingindo cerca de um para cada 200 adultos acima dos 40 anos. Chama-se de Ângulo Aberto, pois o encontro entre a Córnea e a Íris se faz em um amplo ângulo, não representando este espaço, obstáculo ao fluxo normal do Humor Aquoso.

Glaucoma Crônico de Ângulo Estreito: O segundo tipo mais comum, chama-se de Glaucoma Crônico de Ângulo Estreito, no qual o ângulo de encontro entre Córnea e Íris é pouco amplo, dificultando mecanicamente o fluxo de Humor Aquoso, atingindo cerca de um para cada cerca de 2000 adultos acima dos quarenta anos.

Existem ainda vários outros tipos de Glaucoma causados por outras doenças oculares ou uso de certas medicações, chamados de Glaucomas Secundários e que requerem abordagens especificas a causa.

O tratamento visa reduzir a pressão ocular a níveis normais que evitem dano progressivo ao do Nervo Óptico. Este tratamento é primordialmente medicamentoso na forma de colírios específicos, que podem ser utilizados isolados ou de forma combinada.

Nos casos em que não se obtém pressão ocular satisfatória e estabilização do dano ao Nervo Óptico, pode-se optar pelos tratamentos cirúrgicos chamados TABECULECTOMIA, IRIDOTOMIA E IRIDOPLASTIA.

A TRABECULECTOMIA tem como objetivo criar uma via alternativo para drenagem do liquido interno do olho (Humor Aquoso), reduzindo assim a pressão ocular.

As IRIDOTOMIAS ou IRIDOPLASTIAS COM LASER são opções para o tratamento dos glaucomas de ângulo estreito em que, com o laser, cria-se pertuitos ou aplanação na Íris, melhorando o fluxo de Humor Aquoso dentro do olho.

Nenhum dos tratamentos cirúrgicos são garantias de eliminação do uso de colírios.

Estas cirurgias para glaucoma podem em alguns casos ser realizadas juntamente com a cirurgia da catarata.

Glaucoma:

glaucoma

O Transplante de Córnea consiste na substituição da córnea doente por uma Córnea de doador falecido. Diferentemente dos demais órgãos transplantados, a córnea pode ficar conservada por até dez dias em condições ideais.

Também diferentemente do demais órgão transplantados, as córnea geram pouca reação de rejeição, sendo o transplante de tecido humano de maior sucesso biológico entre todos os transplantes realizados. Assim, os Transplantes de Córnea não obrigam os pacientes ao uso crônico de medicamentos imunossupressores.

A córnea transplantada é fixa ao olho do paciente receptor por pontos em número médio de dezesseis. Estes pontos tracionam a Córnea distorcendo a visão até que possam ser retirados, o que acontece, geralmente, após 6 meses da cirurgia.

Sabe-se hoje que quanto mais idade tiver o paciente, maior será o tempo de viabilidade desta córnea transplantada. Na média, um transplante de córnea tem vida útil de 20 anos, podendo ser mais ou menos dependendo de várias condições clínicas de cada paciente.

Portanto, nos dias de hoje procura-se postergar o transplante ao máximo através dos procedimentos de Cross Linking e Implante de Anel Intra Corneano.

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